
Eu não tenho metas para 2026.
É isso mesmo que você leu.
Mas calma, antes de me julgar achando que viverei esse ano no modo “Zeca Pagodinho” no “deixa a vida me levar”, explicarei.
Durante vários anos, sempre tracei metas e objetivos misturando algumas metodologias como SMART, OKRs, etc.
E graças a Deus, consegui muitos resultados ao longo de muito tempo fazendo esse exercício.
É claro que não consegui atingir todas em cada ano mas ao menos, tinha um senso de direção muito claro daquilo que seria meu foco dentro daquele período.
2025 chegou e com ele, inúmeras intempéries e situações que demandaram muito de mim no âmbito profissional e pessoal.
Portanto, ao fim do ano, me senti muito mais aliviado por simplesmente ter resistido do que triste por não ter conseguido muitos dos resultados que gostaria.
Por isso, muitas vezes é importante ser flexível e não ser tão duro consigo mesmo.
Além de tudo isso que mencionei até aqui, recebi a notícia de que seria pai.
Instantaneamente, meu foco mudou.
Estranhamente, decidi não traçar metas para 2026 por mais que me sinta muito motivado, por dois objetivos principais nesse momento:
Ser o melhor pai que a Eleonora pode ter e ser o melhor marido possível para a Évelyn nesse momento tão delicado e doce de nossas vidas.
Ok. Talvez essas frases acima soem como metas (e das grandes).
Mas o ponto é que não escrevi inúmeros objetivos financeiros, de saúde, trabalho, viagens, dentre outros como das outras vezes.
Pensar que em breve, teremos uma vida para cuidar, automaticamente me deixou com ainda mais vontade de continuar comendo melhor, mantendo minha rotina de exercícios e fazendo o possível para ser um profissional melhor (além de imaginar as próximas férias com um bebê a bordo).
Isso deixa muito claro que não importa quantos sonhos ou desejos você tenha.
Importa mais ainda, a RAZÃO pelo qual você os tem.
Grande abraço!

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