Determinados momentos das nossas vidas requerem medidas de acordo.
Pode ser um projeto que está prestes a vencer no trabalho, uma competição ou ainda, uma prova na qual você tem que se esforçar muito para passar.
Como seres humanos, temos certas limitações. Vinte e quatro horas por dia às vezes não parecem suficientes.
Então, entramos em uma espiral de tentar dar conta de várias coisas ao mesmo tempo.
Isso nos sobrecarrega, nos torna ansiosos, com sentimentos de insuficiência e o pior, pode trazer inclusive perigos à nossa saúde no médio e longo prazos.
Fala-se muito sobre o termo “multitasking”.
Originalmente, o termo nasceu dentro do contexto tecnológico, onde computadores operam diversos softwares simultaneamente.
Mas enquanto a nós humanos?
Será que isso é realmente possível?
No mundo moderno, as demandas surgem a todo instante e também, estímulos diversos minam nossa concentração e foco ao longo do dia.
Adoraria tirar uma pílula mágica do bolso e te dizer “faça isso e tudo vai funcionar”.
Infelizmente não posso.
Mas uma pergunta que sempre quando preciso tomar uma decisão difícil me faço é: qual é a atividade que nesse momento, se eu fizer trará o maior retorno (ou evitará o menor dano)?
É nisso que deveríamos focalizar.
No livro “A única coisa” de Gary Keller e Jay Papasan, é mencionada uma analogia de que somos todos malabaristas, tentando equilibrar várias bolinhas no ar ao mesmo tempo.
Segundo os autores, algumas dessas bolinhas são de cristal, como nossa saúde e relacionamentos.
O trabalho seria como uma bola de borracha, que pode cair de vez em quando, pois ele pode quicar e voltar para sua mão.
Eventualmente, uma dessas bolinhas pode vir a cair pois somos humanos, demasiado humanos.
Tenha apenas a certeza de proteger todas elas ao máximo mas principalmente, aquelas que são de cristal.
Grande abraço e boa semana!

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